segunda-feira, 18 de junho de 2012
A mudança continua
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Só as rosas falam...



quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Cansada de guerra
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Fluxo
Hoje acho que caiu uma ficha. E tá aberto pra debate, rsrs!
Me ocorreu que as pessoas precisam fazer a energia cirular, de alguma maneira. Que quando esse fluxo não ocorre, acontece o mal-estar, a depressão, a sensação de vazio e de falta de sentido na vida. Sendo assim, que não tem, precisa correr atrás, receber. E quem tem PRECISA doar. É uma questão de saúde do coração.
Claro que isso é uma forma simplificadíssima de ver a coisa. Afinal, me parece mais exata a noção de que todos precisamos dar e receber, o tempo todo, ou não haverá fluxo. Mas talvez seja isso que acontece aos nascidos ricos: eles nunca precisaram correr atrás para receber e ficaram estagnados até que algo mais forte os impele a sair e doar um pouco do que acumularam.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Ciclo
Quer...
Sofre...
Esmorece...
Desiste...
Chora...
Morre...
Depois, aos poucos, respira
Olha em torno
Como se fosse a primeira vez
Como uma criança que nada conhece
Ingênuo, alegra-se com o brinquedo mais simples
E se enche de esperança
Para tentar outra vez
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Escolhas
domingo, 7 de março de 2010
O que realmente importa

Adoro assistir palestras de iluminados. Adoro o jeito como falam, o relaxamento e a clareza que me passam, adoro sentir que estou entendendo tuuuuudo - e, portanto, mais pertinho de "chegar lá", rsrs. Há cerca de um ano conheci pessoalmente um iluminado, o guia da Mística Andina, Gerardo Bastos, que, na Mística, é chamado Lucidor Flores.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Problemas reais
A Lu descobriu um câncer pulmonar aos 4 meses de gravidez. A despeito das recomendações de alguns médicos, ela decidiu ir em frente com a gravidez e fazer os tratamentos ao mesmo tempo. De lá para cá, o câncer não apresentou melhoras, ocorreram metástases no cérebro, nas adrenais e no pulmão que antes estava "limpo". A Lu teve que ir várias vezes a São Paulo, para fazer radioterapia e por fim ficou lá de vez, pelo menos até a Helena nascer. De acordo com a postagem de ontem, o médico constatou que o crescimento de Helena tinha diminuído um pouco e decidiu que era hora de ela nascer.
O riscos dessa cirurgia eram muitos - a Lu e o Woltony nos mantiveram atualizados de todos os detalhes da evolução das condições de saúde dela e dos acontecimentos diários - então estávamos todos bem apreensivos. Mas deu tudo certo!
O caso da Lu, por ser alguém que conheço, tem me ajudado muito a dar uma medida dos meus "problemas". Afinal de contas, eu não tenho problemas reais. Problemas reais são como o da Lu, como o das pessoas que estão agora no Haiti. E, ainda assim, é a maneira como as pessoas encaram os seus problemas que faz a diferença.
Recomendo demais a leitura do blog da Lu. É uma lição de vida. Nem a conheço tão bem, mas quando fiquei sabendo que aquela pessoa tão meiga que conheci estava vivendo essa situação horrível... Foi um choque. Chorei muito quando li o blog pela primeira vez - não queria de jeito nenhum que a Lu estivesse passando por tudo aquilo e achei que não ia aguentar acompanhar. Mas daí, no dia seguinte, dei mais uma chance e comecei a ver a imensa força que a Lu e o Woltony têm. É bonito, mesmo.
Tanto que - e olha que coisa, rs - passei a acessar o blog deles quando eu estava precisando de inspiração. A força e o amor deles passam fácil nas palavras do blog e deixam a gente com uma sensação boa.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Segundo dia com os pequenos

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Com os pequenos
Comecei hoje a ajudar em uma creche, pela manhã. O plano é ir duas vezes por semana, chegar o mais cedo possível e sair por volta das 11h, para ir na academia tomar um banho, almoçar e vir para o trabalho...
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Cuidar de crianças não é uma atividade com a qual eu tenha a menor intimidade e, por isso, muitas vezes fiquei meio sem saber o que fazer. Tipo, com dois bebês – finalmente calmos – no colo, mais dois brigando por um brinquedo e ainda um outro chorando alto... a quem dar atenção primeiro??
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Das quatro crianças, a mais tranquila com certeza era a Laísa, mas também era a única que estava passando o dia sob os cuidados da própria mãe, rs.

Saldo do dia: achei muito legal. Acho que ajudei, sim, e que tenho muito o que aprender.
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E queria aproveitar para pedir perdão a todas as mães "molengas" que eu já critiquei!!
domingo, 31 de janeiro de 2010
O cavaleiro preso na armadura
O cavaleiro estava chateado porque Juliet não acreditava que ele estava tentando retirar a armadura. Ele e o ferreiro haviam tentado, e continuaram empenhados nisso vários dias seguidos, sem obter sucesso. A cada dia, o cavaleiro ficava mais desanimado e Juliet mais distante. terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Caminho do coração
Um dos assuntos que mais tem me fascinado ultimamente é o coração. Mas como assim?
Para os “esotéricos” (palavra difícil...), o coração é o local físico/energético onde se localiza o nosso sentido de “eu sou” e também onde sentimos amor por outras pessoas, por animais, pelo mundo em torno de nós. Segundo mestres como Leslie Temple Thurston, Amma Bhagavan, Lucidor Flores, Osho, entre outros, é da natureza do coração amar simplesmente por amar, infinitamente, sem distinção de objeto, pessoa, lugar. Eles dizem que quando nos tornamos conscientes desse amor, tudo o que resta é uma enorme “empatia”, compaixão por tudo.
Há tempos que estou intrigada com esse amor tão grande, tão universal, tão divino, por assim dizer... Se tudo isso está dentro de mim e a meu alcance, então eu também quero!!
Desde pequena, sempre fui intrigada com "por quê", "para quê" estamos aqui? É uma dúvida que até hoje não consegui esclarecer, rs. Há anos venho buscando resposta, sem encontrar nada realmente satisfatório. Foi essa busca que me levou ao coração. Algo me diz que o coração poderá me ajudar a "significar" a minha existência. Tendeu?
Um parêntese: sempre que falo nesse assunto, entre olhares intrigados, perguntam-me por que é que eu penso nessas coisas! Afinal, tem tanta coisa pra se fazer no mundo, para quê ficar pensando nisso, meu Deus! Gente, eu não sei por quê... Papai do céu me fez assim, pensadora, rs...
Chega de filosofar e vamos para a prática.
A manifestação de amor incondicional que mais me intriga é a que despende tempo, conforto, dinheiro, por amor a outras pessoas. O exemplo mais fácil à mente é Madre Teresa de Calcutá, que sempre me impressionou – muito mais pela distância da disposição dela para a minha do que o contrário. Sempre confessei para mim mesma (baixinho) que jamais trocaria a minha vida, o meu conforto, para ajudar um monte de estranhos... Pessoas com problemas (intermináveis), chorando, pedindo ajuda, com todos os tipos de moléstias... Será que ela não se cansava?? O que é que a motivava a continuar??
Muito embora não tenha conhecido Madre Teresa, acredito em uma disposição, um chamado do coração, que algumas pessoas recebem de maneira mais incisiva que outras. Acredito que ela queria mais do que ser "bondosa"... Ela sentia necessidade de doar algo que estava dentro dela pedindo para ser doado... Estou pondo palavras no coração de Madre Teresa, rs! Mas é assim que entendo: ela sentia que tinha o que dar àquelas pessoas e isso era tão importante para ela quanto para eles. Era parte da jornada dela, muito além da bondade, da caridade politicamente correta.
Meu coração também está recebendo chamados... Ainda não sabe pra que lado quer ir, mas já começou a "ensaiar", rsrs! As coisas que vão me chamando a atenção vão ajudando a juntar os pedaços...